Como você faz o manejo do magnésio nas plantas? É muito comum escutar respostas parecidas quando uma pergunta sobre adubação e nutrição de plantas é feita, independente da cultura a ser adubada ou região.
A resposta para a pergunta normalmente é “faço calagem”.
Não há dúvida alguma a respeito da importância da correção dos solos. Os efeitos positivos e benéficos quanto a aplicação de calcário e outras fontes que atuam na correção da acidez dos solos é indiscutível.
Mas é preciso cuidar de outros aspectos para garantir a qualidade das culturas. Neste artigo vamos falar sobre a importância do magnésio nas plantas.
pH do solo x qualidade das culturas
O ajuste do pH, que é a sigla utilizada para definir o potencial Hidrogeniônico do meio, ou de forma mais prática e aplicada, indicar se o solo está ácido ou básico, é fundamental para definir o comportamento do meio no qual as raízes se desenvolverão e serão responsáveis por absorver água e nutrientes durante toda a vida das plantas.
A calagem, quando recomendada baseada em critérios técnicos como por análises de solo e metodologias validadas em solos brasileiros – saturação por bases (V%), pH SMP, incremento de Ca e Mg trocáveis – garante que o pH do solo sempre se encontre em faixas adequadas para a melhor disponibilidade de nutrientes e crescimento e desenvolvimento radicular.
Se em plantio direto, cultivo mínimo, culturas perenes, renovação de pastagens, uma coisa é certa: a aplicação de corretivos é o primeiro passo quando pensamos em adubações eficientes.
Mas, mesmo para um nutriente aplicado na calagem, cada vez mais é claro que não deve ser o único passo a ser pensado para seu fornecimento adequado e eficiente. O nutriente que tem mostrado resultados excelentes quando complementado nas adubações é o Magnésio (Mg).
Qual o papel do magnésio nas plantas?
O magnésio nas plantas desempenha um papel de extrema importância em várias funções dentro das plantas e impacta positivamente em processos relacionados ao crescimento e produtividade das lavouras.
De forma geral, grande parte do magnésio se encontra na clorofila, que é o pigmento responsável pelo processo da fotossíntese no qual há a conversão da luz do sol em energia química para ser utilizada pelas plantas durante todo o seu ciclo.
Plantas com baixo teor de magnésio podem apresentar problemas para absorver a energia luminosa do sol e o acúmulo desta energia pode gerar grandes danos, nem sempre perceptíveis, às folhas.
Assim, com um bom suprimento de magnésio nas plantas durante todo o ciclo, é possível torná-las mais tolerantes a estresses térmicos e utilizar melhor a água, energia solar e nutrientes.
Outro processo vital para a garantia da produção das plantas, e o qual o Magnésio é fundamental, é o transporte de açúcares das folhas para as raízes, parte aérea e órgãos reprodutivos.
Desta forma, plantas deficientes em magnésio podem apresentar redução no crescimento de raízes e das estruturas vegetativas como folhas, caules, vagens e, principalmente sementes, impactando diretamente na produtividade e qualidade das colheitas.
Visto como atua o magnésio nas plantas e em quais momentos este é mais demandado, é provável que já comece a fazer mais sentido a importância da aplicação deste nutriente nas adubações.
Mas se ainda não está muito claro, existem alguns outros pontos relacionados não só às plantas, mas a interações entre nutrientes no solo que podem ajudar a explicar, um pouco mais, a importância do aporte de magnésio em diferentes fases dos cultivos.

Importância do magnésio nas plantas
Uma dessas interações está relacionada às bases no solo que são o Cálcio (Ca), Magnésio (Mg) e Potássio (K).
Há inúmeros trabalhos científicos que demonstram a importância não só dos teores absolutos destes nutrientes no solo, mas principalmente, em relação ao balanço entre eles para o melhor aproveitamento das plantas.
Especificamente em relação ao Magnésio, altos teores de Ca e K no solo ou nas adubações podem dificultar ou impedir a absorção de Mg pelas raízes.
Isso quer dizer que, mesmo o magnésio estando no solo e aportado via calagem, as plantas podem não terão total acesso, podendo apresentar deficiências e, consequentemente, os efeitos negativos já apresentados anteriormente.
De forma geral, mesmo calcários classificados como dolomíticos, ou seja, que possuem teores de magnésio (expresso como MgO) acima de 12% carregam, também, altos teores de Cálcio e, dependendo dos teores nos solos, podem não fornecer todo o magnésio exigido pelas culturas no momento adequado.
Adicionalmente, devemos lembrar que a fonte mais abundante de Mg aportada nos corretivos é o carbonato de magnésio, que necessita de contato com o solo e tempo de reação para liberar o carbonato, que é o principal responsável pela correção do pH, como também o magnésio, que ficará retido no solo
Como a Mosaic pode ajudar você?
Voltando aos conceitos apresentados que podem, em certa extensão, limitar a eficiência de uso do magnésio nas plantas, qual seria então a forma de aportar este nutriente nas adubações sem alterar muito os manejos ou mesmo o operacional no campo e incrementar a produtividade e qualidade das lavouras?
A resposta da Mosaic é: Performa Full, o fertilizante de alta eficiência que oferece todos os nutrientes que sua cultura precisa. A sinergia entre o nitrogênio, fósforo, potássio, magnésio, enxofre e boro de sua composição, fornecem a mais completa nutrição do plantio a colheita.
Por ser uma combinação de toda a expertise de três tecnologias exclusivas, melhora o enraizamento e o arranque inicial, aumenta o pegamento da florada, o enchimento e peso de grãos, não agride a microbiota do solo, proporciona uma lavoura mais vigorosa e produtiva, além de mais qualidade no produto final.
A presença do fósforo e magnésio de alta eficiência e solubilidade, junto ao boro em forma de borato de cálcio e borato de sódio, do enxofre em forma elementar e de sulfato, além do suprimento de potássio, fornece nutrição na quantidade adequada durante todo o ciclo da cultura.