Para identificar corretamente as deficiências nutricionais do café, bem como a toxidez ou os desbalanços, são utilizadas diversas técnicas de diagnóstico do estado nutricional. Um sintoma de deficiência nutricional ocorre quando o nutriente está em quantidade insuficiente no solo ou quando as condições ambientais são desfavoráveis à sua absorção pela planta.
Independentemente da gravidade, sempre que há uma deficiência nutricional, o potencial produtivo do cafeeiro é comprometido. Por isso, é essencial saber como identificar e corrigir essas deficiências por meio das técnicas de diagnóstico do estado nutricional e utilizá-las para orientar o manejo eficiente da adubação. Continue a leitura para saber mais!
Como identificar as deficiências nutricionais do café?
Quando a demanda metabólica do cafeeiro por um determinado nutriente excede sua taxa de suprimento pelo solo, a planta inicialmente aciona diversos mecanismos bioquímicos para manter o equilíbrio fisiológico, conhecido como homeostase.
Para manter esse equilíbrio, a planta gasta energia metabólica. No curto prazo, se o suprimento do nutriente continua insuficiente, ocorre uma redução no crescimento vegetal, muitas vezes imperceptível.
Se a deficiência nutricional persistir, surgem sintomas visuais relacionados aos distúrbios metabólicos específicos de cada nutriente.
De modo geral, os sintomas de deficiências nutricionais em diferentes espécies apresentam certas semelhanças e, por isso, podem ser utilizados para diagnosticar o estado nutricional por meio de uma técnica chamada diagnose visual.
Como vimos anteriormente, o crescimento e a produção do cafeeiro são comprometidos antes mesmo da ocorrência de sintomas visuais. Por isso, as técnicas mais eficientes para diagnosticar o estado nutricional do cafeeiro envolvem a análise química do tecido vegetal. A seguir, apresentaremos as características, limitações e potencialidades de cada uma dessas técnicas.
Diagnose visual
A observação visual de sintomas de deficiência nutricional no cafeeiro é feita principalmente nas folhas. É uma forma rápida e barata de diagnóstico, mas sua principal limitação é que, quando os sintomas visíveis aparecem, grande parte da produção já foi comprometida.
A correta diagnose visual no campo exige profundo conhecimento e experiência técnica na cultura do café, pois diversos fatores bióticos e abióticos atuam simultaneamente e podem levar a conclusões equivocadas. Em períodos secos ou durante veranicos, por exemplo, é comum o aparecimento de sintomas de deficiências nutricionais, não pela falta do nutriente no solo, mas pela impossibilidade de absorção dos nutrientes pelo cafeeiro.
Durante a diagnose visual, é imprescindível considerar uma série de fatores que influenciam diretamente a ocorrência de sintomas: deficiência ou excesso hídrico, variações bruscas de temperatura, reações de misturas de produtos fitossanitários, toxidez causada por herbicidas, senescência natural das folhas, ataque de pragas e doenças, entre outros.
Por isso, é fundamental que o técnico possua boas habilidades de anamnese para, junto ao produtor, fazer um levantamento adequado do histórico de cultivo, nesses aspectos
- Manejo da lavoura;
- Variedade;
- Idade;
- Produtividade;
- Carga pendente;
- Histórico de ocorrência de pragas e doenças;
- Face de exposição do terreno;
- Ocorrência de ventos fortes.
Na maioria dos casos, a diagnose visual é pouco eficiente para subsidiar a adoção de medidas corretivas. No entanto, é uma ferramenta que orienta a realização de análises químicas específicas e auxilia na correta interpretação de análises de solo e de tecido vegetal.
Os sintomas de deficiências nutricionais do café são caracterizados por ocorrerem de forma simétrica e em um gradiente de intensidade. Para nutrientes móveis no floema, os sintomas aparecem primeiro nas folhas mais velhas e depois nas mais novas. Já para nutrientes imóveis ou pouco móveis, os sintomas surgem nas folhas mais novas e depois nas mais velhas. A seguir, veremos como identificar os sintomas mais comuns de deficiências nutricionais no café.
Quais são as deficiências nutricionais mais comuns no café?
As deficiências nutricionais do café consideradas como mais comuns são de: N, P, K, Ca, Mg, S, B, Zn, Cu e Fe.
Nitrogênio (N)
O nitrogênio é um nutriente muito móvel no floema, permitindo que a planta o mobilize das folhas mais velhas para as mais novas. Por isso, os sintomas de deficiência de nitrogênio aparecem inicialmente nas folhas mais velhas. A deficiência de nitrogênio reduz o crescimento das plantas, e o sintoma típico é a clorose generalizada e uniforme das folhas. Se a deficiência for acentuada, os sintomas podem também ocorrer nas folhas mais novas e progredir para necrose, caracterizada pela cor escura que indica a morte do tecido.

Figura 1. Sintomas de deficiência de nitrogênio em café. A) Planta com deficiência generalizada de N. B) Folha deficiente à esquerda e sadia à direita. C) Folha sadia à esquerda e deficiente à direita. Fotos: Marcelo Curitiba Espindula.
Fósforo (P)
Os sintomas de deficiência de fósforo (P) também ocorrem inicialmente nas folhas mais velhas, pois o P é um elemento muito móvel no floema. Plantas de café deficientes em P apresentam redução no crescimento da parte aérea e das raízes. Com a progressão da deficiência de P, surge uma coloração avermelhada ou arroxeada nos caules e nas folhas mais velhas, devido ao acúmulo de antocianina nos tecidos.

Figura 2. Sintomas de deficiência de fósforo em café. A) Ramo plagiotrópico com deficiência de P em folhas mais velhas. B) Folha sadia à esquerda e deficiente à direita. C) Folha sadia à esquerda e deficiente à direita. Fotos: Marcelo Curitiba Espindula.
Potássio (K)
Plantas de café deficientes em potássio (K) têm o crescimento e a produção reduzidos. Ocorre a translocação de K das folhas mais velhas e dos caules para as regiões mais novas da planta, onde há crescimento ativo. Os sintomas típicos de deficiência de potássio no cafeeiro incluem clorose e necrose nas bordas das folhas. O agravamento da deficiência provoca murcha da planta e quebra dos caules.
Como o K é um elemento móvel no floema, os sintomas aparecem inicialmente nas folhas mais velhas. A necrose nas bordas das folhas resulta de uma maior degradação do que síntese de proteínas, com acúmulo de putrescina nos tecidos. Pelo fato de ser um dos nutrientes mais exigidos pelo cafeeiro, é comum observar no campo deficiências de cálcio (Ca) e magnésio (Mg) induzidas pelo excesso de K nas adubações.

Figura 3. Sintomas de deficiência de potássio em café. A) Ramo plagiotrópico com deficiência de K em folhas mais velhas. B) Sintomas de clorose e necrose dos bordos foliares por deficiência de K. C) Folha sadia à esquerda e deficiente à direita. Fotos: Marcelo Curitiba Espindula.
Cálcio (Ca)
O cálcio (Ca) é um elemento imóvel no floema, pois possui funções principalmente estruturais na planta. Por isso, os sintomas de deficiência de Ca são observados inicialmente nas folhas mais novas. A deficiência de Ca provoca a desintegração das paredes celulares e o colapso de tecidos jovens.
O sintoma típico da deficiência de Ca no cafeeiro é o aparecimento de um contorno esbranquiçado nas folhas jovens, que evolui para clorose marginal e internerval das folhas e morte dos meristemas. Há uma grande redução no crescimento radicular e da parte aérea.

Figura 4. Sintomas de deficiência de cálcio em café. A) Sintoma de clorose dos bordos foliares. B) Sintomas de deformação de folhas novas. C) Folha sadia à esquerda e deficiente à direita. Fotos: Marcelo Curitiba Espindula.
Magnésio (Mg)
Por ser um elemento móvel no floema, os sintomas de deficiência de magnésio (Mg) aparecem inicialmente nas folhas mais velhas, especialmente naquelas adjacentes aos frutos. O sintoma típico de deficiência de Mg no cafeeiro é a clorose internerval nas folhas velhas, que pode evoluir para necrose com o aumento da intensidade da deficiência.
No cafeeiro, as principais causas da deficiência de Mg são o uso contínuo de calcário calcítico, aliado ao desbalanço nutricional devido à adubação com altas doses de potássio (K).

Figura 5. Sintomas de deficiência de magnésio em café. A) Sintoma típico de clores internerval (Foto: Marcelo Curitiba Espindula). B) e C) Sintomas de deficiência de Mg em folhas mais velhas do ramo plagiotrópico (Fotos: Diego Baquião).
Enxofre (S)
A deficiência de enxofre (S) se assemelha à deficiência de nitrogênio (N), com a diferença de que os sintomas começam nas folhas mais novas e podem se espalhar por toda a planta. O sintoma típico é a clorose generalizada da planta. As principais causas da deficiência de S no cafeeiro são os baixos teores de matéria orgânica no solo e o uso frequente de formulações de adubos que não contêm S.

Figura 6. Sintomas de deficiência de enxofre em café. A) Clorose generalizada da folha (Foto: Bragança et al. (2007). B) Deficiência de S em planta nova de café (Foto: Luiz Paulo Vilela). C) Clorose em folhas novas do ramo plagiotrópico (Foto: Emater – MG).
Boro (B)
O boro (B) é um elemento imóvel no floema e, assim como o cálcio (Ca), sua deficiência se manifesta em regiões de crescimento ativo da planta, provocando a morte de gemas apicais na parte aérea e nas raízes. Isso leva a brotações subsequentes de gemas inferiores ao ponto morto, causando um aspecto de leque nos ramos plagiotrópicos.
As folhas ficam pequenas, retorcidas e com bordas irregulares. A deficiência de boro ocorre devido à lixiviação, principalmente em solos mais arenosos e em épocas de chuvas intensas, calagem excessiva e geralmente há deficiências induzidas em épocas secas do ano

Figura 7. Sintomas de deficiência de boro em café. A) Superbrotações no ápice de ramos plagiotrópicos (Foto: Emater – MG). B) Necrose do ápice de folhas novas (Foto: Luiz Paulo Oliveira). C) Morte de meristemas apicais da parte aérea (Foto: Luiz Paulo Oliveira).
Ferro (Fe)
Os sintomas de deficiência de ferro (Fe) no cafeeiro aparecem em forma de clorose, começando nas folhas novas e se espalhando por toda a planta. Isso ocorre devido ao papel do Fe na biossíntese de clorofila. Em geral, as folhas apresentam nervuras verdes sobre um fundo amarelo.
O sintoma geralmente evolui para o completo branqueamento das folhas jovens e posterior necrose. Esses sintomas estão frequentemente associados a doses elevadas de calcário e podem ocorrer após a recepa, devido à grande redução do volume radicular.

Figura 8. Sintomas de deficiência de ferro em café. A) e B) Deficiência de Fe em folhas novas com nervuras verdes e espaço internerval clorótico (Fotos: Níwton C. Moraes; C) Deficiência de Fe em mudas de café recém-plantadas (Foto: Fundação Procafé).
Cobre (Cu)
A deficiência de cobre (Cu) no cafeeiro é caracterizada pela distorção e encurvamento das folhas novas, seguida por clorose distribuída de forma irregular na folha. Em lavouras onde o manejo integrado de ferrugem e cercosporiose emprega fungicidas cúpricos, os sintomas de deficiência são geralmente pouco observados. Altas doses de nitrogênio (N) associadas à calagem excessiva, alto teor de matéria orgânica e encharcamento do solo são fatores que levam à deficiência de cobre.

Figura 9. Sintomas de deficiência de cobre em café. A) e B) Sintomas de encurvamento das folhas novas (Fotos: A) Emater – MG; B) Fundação Procafé). C) Evolução do sintoma de deficiência de Cu para clorose ao longo da nervura principal a partir do pecíolo (Foto: Fundação Procafé).
Zinco (Zn)
O zinco (Zn) e o boro (B) são os dois micronutrientes que mais limitam a produção do cafeeiro. Os sintomas de deficiência de Zn aparecem inicialmente nas folhas em expansão, que ficam estreitas, coriáceas, quebradiças e retorcidas. As folhas ficam menores e se agrupam em seções do ramo onde os internódios são encurtados, formando um aspecto de roseta. A evolução dos sintomas pode levar à seca dos ponteiros.

Figure 10. Sintomas de deficiência de cobre em café. A) Sintoma de cinturamento devido à deficiência de Zn em planta de café com alta carga pendente (Foto: J. Eudes). B) e C) Superbrotamento e formação de roseta no ápice do ramo plagiotrópico (Foto: B) Emater – MG; C) Davi Moscardini.
Diagnose nutricional baseada na análise foliar
A diagnose nutricional do cafeeiro utilizando a análise foliar é baseada na estreita correlação entre os teores dos nutrientes no tecido vegetal e o crescimento e produção das plantas, conforme mostrado no gráfico da Figura 11.
Na região I, ocorre um decréscimo da concentração do nutriente no tecido vegetal, pois o aumento da disponibilidade do nutriente resulta em um incremento de produção de matéria seca mais que proporcional à quantidade do elemento absorvido (efeito de diluição). Na região II, o incremento da produção de matéria seca passa a ser proporcional à absorção do nutriente.
Na região III, a absorção é proporcionalmente maior que a produção de matéria seca até que se atinja o nível crítico (teor do nutriente no tecido vegetal que condiciona a produção de máxima eficiência física ou econômica). Na região IV, o aumento da absorção do nutriente não provoca aumento da produção de matéria seca (consumo de luxo). Se a disponibilidade do nutriente continua aumentando, atinge-se a região V, quando o aumento da absorção reduz o crescimento e a produção devido aos sintomas de fitotoxidez.

Figura 11. Crescimento e produção do cafeeiro em função dos teores de nutrientes no tecido foliar com descrição das faixas que definem sintomas de deficiência e fitotoxidez. Fonte: Faquin (2002).
A interpretação dos resultados da análise foliar no café depende do estabelecimento de padrões adequados de comparação em plantas normais, ou seja, plantas que possuem os nutrientes em quantidades e proporções adequadas em seus tecidos e que são altamente produtivas.
Assim, a padronização do processo de diagnose com base na análise foliar começa com as seguintes definições:
- Época de amostragem;
- Quais folhas;
- Quantas folhas;
- Em que posição na planta deve-se efetuar a coleta;
- Época de amostragem;
- Procedimentos corretos de envio ao laboratório;
- Preparo da amostra;
- Metodologias de análise química em laboratório.
Para o cafeeiro, recomenda-se a amostragem entre o florescimento e a primeira fase de expansão rápida dos frutos. Deve-se coletar o terceiro e quarto pares de folhas de ramos plagiotrópicos produtivos, em altura mediana na planta.
Então, as folhas devem ser coletadas ao acaso em todas as faces de exposição das plantas, em número de 40 a 50 pares por talhão homogêneo (80 a 100 folhas por talhão) (Figura 12). Alguns resultados de pesquisas recentes indicam que a coleta de apenas uma folha por ramo plagiotrópico não altera as interpretações dos resultados (Fundação Procafé).

Figura 12. Esquema de coleta de folhas em plantas de café para análise foliar e diagnose do estado nutricional (Fonte: Fundação Procafé).
Após a coleta, as amostras das folhas devem ser encaminhadas o mais rápido possível para um laboratório devidamente certificado nos programas interlaboratoriais de controle de qualidade.
Com os resultados da análise foliar em mãos, a interpretação pode ser realizada por diferentes metodologias:
- Níveis Críticos e Faixas de Suficiência;
- Fertigramas; Desvio do Percentual Ótimo (DOP);
- Índices Balanceados de Kenworth;
- Sistema Integrado de Diagnose e Recomendação (DRIS).
Assim, Cada metodologia de interpretação possui suas peculiaridades, e a escolha de um método depende do conhecimento do técnico, da disponibilidade de dados e da frequência de amostragem de tecido vegetal na propriedade.
A grande vantagem da diagnose nutricional baseada na análise de tecido, em comparação à diagnose visual, é que é possível identificar limitações de produtividade por deficiência, toxidez ou desbalanço nutricional antes mesmo da ocorrência de sintomas. Dessa forma, é possível corrigir as deficiências e ajustar os programas de adubação do cafeeiro sem comprometer a produtividade.
A análise foliar tem sido empregada na cafeicultura como ferramenta essencial dentro dos programas de adubação, principalmente com o objetivo de verificar a eficiência das primeiras adubações e corrigir o manejo das demais adubações, caso seja necessário. Contudo, é comum entre os técnicos a discussão sobre a necessidade de atualização das tabelas com níveis críticos de nutrientes para variedades modernas e com maior capacidade produtiva.
Como corrigir as deficiências nutricionais do café?
Para completar seu ciclo de vida e produzir de forma rentável e sustentável, o cafeeiro precisa absorver do solo, em quantidade adequada e de forma balanceada, 14 elementos químicos considerados nutrientes minerais: N, P, K, Ca, Mg, S, B, Cl, Cu, Fe, Mn, Mo, Ni e Zn. A deficiência de qualquer um desses nutrientes resulta em redução do potencial produtivo da lavoura, especialmente quando há ocorrência dos sintomas visuais de deficiência, como discutimos anteriormente.
Para corrigir as deficiências nutricionais do café, é fundamental ter um bom planejamento do programa de correção do solo (calagem e gessagem) e adubação. As ferramentas essenciais para o sucesso da adubação são:
- O diagnóstico correto da fertilidade e da saúde do solo, realizado pela análise química e pela bioanálise de solo, permite determinar as doses a serem aplicadas de cada nutriente e orienta as práticas de conservação do solo e da água, com o objetivo de melhorar a saúde do solo.
- A análise do tecido vegetal permite avaliar a efetividade da adubação e corrigir o manejo ainda dentro da safra corrente.
- O ajuste das práticas de manejo da adubação define a época e o local adequados para realizar a adubação.
- A escolha correta da fonte de nutrientes, ou seja, fertilizantes de boa qualidade química e físico-química, garante que as doses planejadas no programa de adubação sejam realmente aplicadas no campo e que os nutrientes estejam disponíveis no solo quando as plantas precisarem, dentro do seu ciclo de crescimento e produção.
Como os produtos Mosaic atuam na correção de deficiências nutricionais do café?
A Mosaic possui uma linha de fertilizantes que permite realizar o manejo completo da adubação do cafeeiro. As tecnologias empregadas no MicroEssentials®, Aspire® e na Linha Performa permitem aos técnicos e produtores ajustar o manejo da adubação, aplicando os nutrientes via fertilizantes com tecnologias que, além de fornecer as quantidades exigidas pelas plantas, aumentam a eficiência da adubação, reduzindo os processos de perda de nutrientes para o ambiente e aumentando o aproveitamento dos nutrientes pelas plantas.
Dessa forma, a Mosaic auxilia os cafeicultores a aumentar a eficiência das adubações e do uso dos nutrientes, melhorar a saúde do solo e promover uma cafeicultura mais eficiente e competitiva.